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    Ano VI - Nº 93 - Dezembro de 2004

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Parada Cardiorrespiratória (PCR)

Ivan Haidámus Sodré Marques*

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Emergências médicas no consultório dentário.

Você está preparado?

Novo livro de Ivan Haidámus destaca como enfrentar situações críticas e está sendo vendido a preço promocional para os leitores do Jornal do Site Odonto

O paciente apresentou uma lipotímia  durante a consulta ou então uma epilepsia ou até mesmo um choque anafilático? O que fazer? Infelizmente, apesar de não muito comuns, qualquer profissional de saúde pode se deparar com uma destas ocorrências críticas, entre outras, e não há nada que se possa fazer a não ser prevenir situações de risco e estar preparado para socorrer o paciente da melhor forma possível. Assim você estará não só assegurando o bem-estar do cliente como se preservando das implicações legais derivadas de um atendimento inadequado ou omissão de socorro.

Um dos títulos mais recentes sobre o assunto na literatura odontológica nacional,  “Emergências Médicas no Consultório Odontológico”, escrito pelo cirurgião-dentista  Ivan Haidamus Sodré Marques, também articulista do Jornal do Site Odonto,  apresenta as principais situações críticas que podem ocorrer na clínica. Com 132 páginas e ricamente ilustrado, esta obra prefaciada pelo coordenador geral do Pronto-Socorro do Hospital São Paulo, Gaspar de Jesus Lopes Filho, reúne os procedimentos básicos que devem ser assimilados por todo e qualquer profissional de saúde.

“Muitas vezes os pacientes apresentam mudanças rápidas nos parâmetros clínicos, que demandam decisões imediatas e baixa tolerância  a erros diagnósticos e terapêuticos. Portanto, cada vez mais se faz necessário o aprendizado de sinais e sintomas de eventuais crises agudas e seu tratamento emergencial”, enfatiza o autor.

Promoção

Com o intuito de facilitar o acesso dos seus leitores a este importante conteúdo, o Jornal do Site Odonto está comercializando este livro pelo preço promocional de R$ 40,00 (no Ciosp, estava sendo vendido a R$ 60,00). Os interessados devem fazer depósito identificado no Banco do Brasil, agência 3423-1, conta corrente 590346-7 no valor de R$ 40,00 em nome de Edita Assess. Imp. Prom. Ltda e enviar o comprovante de depósito com o nome e endereço do comprador para os faxes (+11) 3284.1348 e 3253.6485 ou para o e-mail edita@editabr.com.
Esta promoção é válida enquanto durar o estoque.

A PCR é o estado em que o indivíduo se encontra com a ausência de batimentos cardíacos eficazes, ausência de débito cardíaco, ausência de respiração, mas ainda mantém atividade cerebral. A PCR pode acontecer na vigência das seguintes atividades elétricas:

-         Assistolia 

-         Fibrilação Ventricular, entre outras

SINAIS DA PCR

O que se observa de imediato em um paciente com PCR é: Ausência de resposta a estímulos (inconsciência), ausência de pulso em grandes artérias e ausência de movimentos respiratórios.

Pode-se observar também a cianose das extremidades e palidez da pele.

A avaliação inicial em busca de tais sinais deve ser feita de forma rápida, identificando-se problemas prioritários e instituindo-se simultaneamente as medidas terapêuticas (avaliação primária).

Outros sinais podem ser identificados, porém, não se deve perder muito tempo na avaliação uma vez que tendo ocorrido a PCR, o início das manobras de reanimação não deve exceder a 4 minutos.

O cérebro tem pouca reserva de oxigênio e glicose de forma que todos as funções que requerem esses substratos cessam dentro de 4 a 5 minutos!

Devemos avaliar as pupilas da vítima, pois deverão dilatar-se (midríase) cerca de 45 segundos após a interrupção da circulação.

Caso ocorra a midríase paralítica, pelo menos um minuto do período de reversibilidade da lesão cerebral já foi perdido, agravando o prognóstico.

REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR

As manobras de reanimação têm por finalidade oxigenar o sangue e promover a sua circulação de forma a manter um fornecimento mínimo de substratos que garanta o funcionamento celular dos órgãos nobres, enquanto se tenta restabelecer os batimentos cardíacos.

ATENÇÃO!

A massagem cardíaca só poderá ser realizada em paciente sem pulso e com ausência de respiração!

Um paciente que tem as pupilas dilatadas e fixas e parou de respirar, mas cuja via respiratória não está obstruída após uma lesão na cabeça, não tem probabilidade de sobreviver.

Os seguintes sinais, se presentes após 30 minutos de ressuscitação intensa, indicam um mau prognóstico:

1)      Pupilas fixas e dilatadas

2)      Pulsação carotídia e femural impalpável

3)      Ausência de respiração

 


Veja aqui outros artigos publicados pelo autor no Jornal do Site Odonto


* Ivan Haidamus é cirurgião-dentista, com ênfase na área de Emergências Médicas. Já atuou no PS do Hospital das Clínicas e atualmente é colaborador do PS do Hospital São Paulo da Escola Paulista de Medicina. Estagiou nos hospitais dos Defeitos da Face, Municipal de São Paulo, Fraturas da Lapa e no Psiquiátrico Bezerra de Menezes. É ministrador do Curso Prevenção de Acidentes na Odontologia Clínica e autor dos livros Como tratar pacientes com doença orgânicas na Odontologia Clínica (Editora Pancast-1994) e Emergências médicas no consultório odontológico (Editora Cipola – 2000). E-mail: haidamus@dentmail.com.br

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