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| Ano VII - Nº 97 - Abril de 2005 |
Para cursos, palestras e |
O que devemos observar durante
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Emergências médicas no consultório dentário. Você está preparado?
Novo livro de Ivan Haidámus destaca como enfrentar situações críticas e está sendo vendido a preço promocional para os leitores do Jornal do Site Odonto O paciente apresentou uma lipotímia durante a consulta ou então uma epilepsia ou até mesmo um choque anafilático? O que fazer? Infelizmente, apesar de não muito comuns, qualquer profissional de saúde pode se deparar com uma destas ocorrências críticas, entre outras, e não há nada que se possa fazer a não ser prevenir situações de risco e estar preparado para socorrer o paciente da melhor forma possível. Assim você estará não só assegurando o bem-estar do cliente como se preservando das implicações legais derivadas de um atendimento inadequado ou omissão de socorro. Um dos títulos mais recentes sobre o assunto na literatura odontológica nacional, “Emergências Médicas no Consultório Odontológico”, escrito pelo cirurgião-dentista Ivan Haidamus Sodré Marques, também articulista do Jornal do Site Odonto, apresenta as principais situações críticas que podem ocorrer na clínica. Com 132 páginas e ricamente ilustrado, esta obra prefaciada pelo coordenador geral do Pronto-Socorro do Hospital São Paulo, Gaspar de Jesus Lopes Filho, reúne os procedimentos básicos que devem ser assimilados por todo e qualquer profissional de saúde. “Muitas vezes os pacientes apresentam mudanças rápidas nos parâmetros clínicos, que demandam decisões imediatas e baixa tolerância a erros diagnósticos e terapêuticos. Portanto, cada vez mais se faz necessário o aprendizado de sinais e sintomas de eventuais crises agudas e seu tratamento emergencial”, enfatiza o autor. Promoção
Com o intuito de facilitar o acesso dos seus leitores
a este importante conteúdo, o Jornal do Site Odonto está comercializando
este livro pelo preço promocional de R$ 40,00 (no Ciosp, estava sendo
vendido a R$ 60,00). Os interessados devem fazer depósito identificado no
Banco do Brasil, agência 3423-1, conta corrente 590346-7 no valor de R$
40,00 em nome de Edita Assess. Imp. Prom. Ltda e enviar o comprovante de
depósito com o nome e endereço do comprador para os faxes (+11) 3284.1348 e
3253.6485 ou para o e-mail
edita@editabr.com.
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O CD deverá conhecer um pouco mais a respeito da ciência neurológica, pois seu campo de atuação resume-se praticamente a essa área. O CD atua no parassimpático em quase todos os seus procedimentos, de forma direta ou indireta. Nervos do parassimpático: oculomotor; facial; glossofaríngeo e vago. As sensações decorrentes do sistema estomatognático invariavelmente deverão fazer “escala” no tálamo (marcapasso cerebral) antes de chegar ao córtex cerebral. A boca e o polegar são os principais representantes do córtex cerebral: a sensibilidade dos lábios é muito grande, mas no entanto, a sensibilidade da bochecha internamente é muito pequena. Dentro do que chamamos de avaliação neurológica, devemos observar se o paciente encontra-se alerta, se responde a estímulo vocal, se responde a estímulo doloroso, ou encontra-se arreativo. As pupilas não poderão se alterar, caso não se tenha realizado anestesia infraorbitária! Alguns aspectos deverão ser avaliados durante o ato de anestesiar, pois evitarão situações desagradáveis e perigosas para o paciente. Nunca deixar o paciente deitar-se na cadeira odontológica de forma abrupta; ele deverá se sentar para depois se deitar na cadeira. Ao término do tratamento o procedimento deverá ser igual: sentar-se para depois levantar-se. Esse procedimento evitará hipotensão postural, principalmente em pacientes idosos, pois estes não apresentam pressorreceptores como no adulto. Devemos instruir o paciente alérgico crônico (asma, bronquite, sinusite, etc) a não comparecer ao tratamento com camisa ou blusa que esconda a região logo abaixo do pescoço (região do osso esterno), pois esta região poderá nos dar sinal de reação alérgica anafilática precocemente. Nunca devemos atender pacientes usando gravata, pois poderá, na dependência da posição da cabeça por ele assumida, desenvolver bradicardia por estímulo do seio carotídeo. Por último, devemos nos lembrar de sentir o pulso radial durante o ato de anestesiar localmente. Lembre-se que o primeiro sinal de reação alérgica anafilática é a aceleração do pulso.
Veja aqui outros artigos publicados pelo autor no Jornal do Site Odonto * Ivan Haidamus é cirurgião-dentista, com ênfase na área de Emergências Médicas. Já atuou no PS do Hospital das Clínicas e atualmente é colaborador do PS do Hospital São Paulo da Escola Paulista de Medicina. Estagiou nos hospitais dos Defeitos da Face, Municipal de São Paulo, Fraturas da Lapa e no Psiquiátrico Bezerra de Menezes. É ministrador do Curso Prevenção de Acidentes na Odontologia Clínica e autor dos livros Como tratar pacientes com doença orgânicas na Odontologia Clínica (Editora Pancast-1994) e Emergências médicas no consultório odontológico (Editora Cipola 2000). E-mail: haidamus@dentmail.com.br |