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CDs na UTI: mais profissionais no mercado, menor gasto nos hospitais Diminuir o tempo de internações hospitalares, reduzir custos e evitar a mortalidade de pacientes internados: resultados que podem ser alcançados com o trabalho do cirurgião-dentista integrado ao dos demais profissionais das equipes das Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Por conta disso, o Projeto de Lei 2776/08, que torna obrigatória a presença de cirurgiões-dentistas nas UTIs, foi discutido na manhã de ontem (15/5), na Câmara, em audiência pública da Comissão de Seguridade Social e Família. O dep. Neilton Mulim (PR-RJ), autor do projeto e requerente da audiência, argumentou que a proposta não vai causar aumento nos custos. “Se, por um lado, há um aumento no número de profissionais, por outro, há diminuição considerável no gasto com medicamentos”, defendeu. De acordo com dados apresentados na ocasião, entre 20% e 50% dos pacientes que estão em UTI e adquirem pneumonia morrem. Se o paciente estiver entubado, o percentual de óbitos sobe para 80%. O PL 2776/08, que está na Comissão de Seguridade Social sob relatoria do deputado Saraiva Felipe (PMDB-MG), foi inspirado pela reportagem A Odontologia Chega à UTI, publicada na edição 85 da Revista ABO Nacional, produzida pela equipe da Edita Comunicação, que também é a do Jornal do Site Odonto. Também participaram do debate as cirurgiãs-dentistas Teresa Márcia Nascimento Moraes e Maria Christina Brunetti, entrevistadas pela reportagem, representantes da ABO e outros cirurgiões-dentistas, parlamentares e demais cidadãos interessados no assunto.
Últimas notícias: 16/05/2008
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