Pesquisa publicada no periódico The Lancet  mostra que  a amamentação está associada a uma redução de 13% na probabilidade de ocorrência do sobrepeso e/ou obesidade e também a uma queda de 35% na incidência do diabetes tipo 2. A mesma análise diz que o leite materno contribui para um aumento médio de três pontos no quociente de inteligência (QI). Outra evidência científica mostra que crianças amamentadas por um período superior a 12 meses em áreas urbanas do Brasil completaram um ano a mais de atividades educacionais em comparação com as amamentadas por menos de 12 meses. Ambas as conclusões indicam que o aleitamento contribui com o cumprimento do ODS 4 (Qualidade na educação).

As mães precisam estar preparadas para amamentar desde a gestação, para não perderem o estímulo desse importante ato quando o bebê nascer. Segundo a OMS, apenas 39% das crianças brasileiras são amamentadas.

Saúde bucal – Outro fato importante da amamentação é a origem da saúde bucal, que começa com o ato de sugar o leite para garantir perfeita formação da futura dentição.

Segundo OMS, apenas 39% das crianças brasileiras são amamentadas.

O aleitamento materno traz muitos benefícios à saúde bucal da criança. Algumas delas: o esforço realizado para sugar o leite da mãe estimula o bom desenvolvimento da estrutura óssea do bebê e dos músculos da face. A amamentação também reduz o risco da aquisição de hábitos nocivos como chupar o dedo ou a chupeta, além de diminuir a probabilidade do desenvolvimento de cáries, mais comum naqueles que tomam mamadeiras.