Dados do Incor apontam que 36% das mortes por problemas cardíacos e 45% das doenças cardíacas são de origem dental. Isso evidencia que um problema aparentemente simples nos dentes, mas que não passou por tratamento adequado, pode ter consequências sérias que colocam a vida do paciente em risco.

As pessoas diagnosticadas com infecções bucais devem adquirir o hábito de fazer visitas frequentes ao cirurgião-dentista, receberem orientação e tratamento odontológico.

Além dessa reeducação por parte do paciente, o dentista também deve agir de forma específica nesses casos: é importante que o atendimento clínico seja focado na desinfecção, evitando situações que causem desconforto ao paciente, como cirurgias mutiladoras.

O tratamento contra as infecções deve ser iniciado o mais rápido possível. Assim que realizado, o acompanhamento dura cerca de dois anos e permite que a evolução do caso seja observada e melhor controlada, para que o problema não se expanda e afete outros órgãos.