O “Manual de Biossegurança e Desinfecção de Materiais de Moldagem e Moldes para Profissionais de Prótese Dentária”  é lançado com apoio institucional do Conselho Federal de Odontologia (CFO) e apoio científico do Instituto Latino Americano de Pesquisa e Ensino Odontológico (ILAPEO) e do International Team for Implantology (ITI), aperfeiçoar os fluxos de trabalho protético frente à pandemia do novo Coronavírus (COVID-19), com foco na biossegurança e nos riscos biológicos que envolvem o manejo de cirurgiões-dentistas, técnicos em prótese dentária, pacientes e, principalmente, na relação clínica/laboratorial.

O manual foi desenvolvido pelos profissionais Dra. Ivete Aparecida de Mattias Sartori, Dr. Sérgio Rocha Bernardes, TPD Darlos Soares e Dr. Geninho Thomé e publicado com o patrocínio das empresas  Neodent,, Straumann, ClearCorrect e Yller.

As orientações abrangem cuidados essenciais com instrumentais e equipamentos e, sobretudo, no controle da limpeza e desinfecção dos moldes que são encaminhados para laboratórios. Esse processo inclui os níveis de desinfecção – alto, intermediário, baixo -, bem como as diferentes técnicas de remoção dos microorganismos patogênicos dos objetos. Como os trabalhos que vêm dos laboratórios serão provados em boca e retornarão aos laboratórios, o manual contribui para prevenir a contaminação cruzada em cada uma das etapas.

Para o presidente do CFO, Juliano do Vale, a biossegurança é fundamental na prática odontológica, como responsabilidade do cirurgião-dentista e da equipe de prótese. “A infecção cruzada deve ser controlada em caráter permanente para que os riscos biológicos sejam reduzidos. Por isso, métodos de desinfecção e esterilização de equipamentos, instrumentais e materiais odontológicos não podem ser negligenciados para evitar a disseminação de patógenos, considerando a pandemia do vírus”, completou.

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