Os desafios significativos para a equidade em saúde na Região das Américas, conforme detalhado no relatório da Comissão Independente da Organização Pan-Americana da Saúde sobre Equidade e Desigualdades em Saúde nas Américas (1), foram relatadas na Edição Especialdo  Pan American Journal of Public Health.

O relatório, Just Societies: Health Equity and Dignified Lives analisou um vasto corpo de evidências que indicava as enormes desigualdades na Região que se relacionam a três fatores: motivadores estruturais, condições de vida diária e governança para igualdade na saúde (ação).

Destacar as realidades contínuas da inter-relação entre as desigualdades sociais e de saúde nas Américas não é de forma alguma novo (2). No entanto, desde o início de 2020, essa inter-relação foi ainda mais exposta e exacerbada pela pandemia Covid-19 sem precedentes, que está testando governos, comunidades, economias e indivíduos de formas nunca antes imaginadas em seu escopo e intensidade (3). A crise está expondo as desigualdades subjacentes em saúde, o custo da inação para enfrentar essa injustiça social de longa data e a resposta do Covid-19 está até mesmo revertendo as melhorias nos indicadores sociais e de saúde feitas nas últimas duas décadas (3, 4). [ …]

Veja a íntegra do artigo em inglês em: Coates et al.

https://doi.org/10.26633/RPSP.2020.137

Imagem: UFSCAR/Divulgação