Ano X nº 146-

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Cartão de crédito

Dicas para usar melhor
o famoso “dinheiro de plástico”

Na hora de comprar, uma dúvida toma conta de muitos consumidores: qual a melhor forma de pagamento? Boa parte dos brasileiros opta pelo cartão de crédito. As operações com o “dinheiro de plástico” atingiram
R$ 25,538 bilhões em agosto, o que representa um crescimento de 22,7% na comparação com o mesmo mês em 2008. No entanto, segundo dados mais recentes do Banco Central (BC), a inadimplência (faturas em atraso há mais de 90 dias) da modalidade é de 28,26%, mais do que o dobro da verificada no cheque especial, que é de 11,7%. É preciso ter cuidado na hora de comprar com o cartão de crédito.

De acordo com especialistas, para que o consumidor tenha melhor controle dos gastos, deve-se utilizar o cartão para centralizar gastos e aproveitar a facilidade na hora de parcelar as compras. Em caso de necessidade por crédito, a recomendação é procurar modalidades mais baratas, como o empréstimo pessoal, que no mês passado teve juros médios de 44,3% ao ano (3,1% ao mês), de acordo com o BC. O cartão de crédito teve taxa média de 237,93% ao ano (10,68% ao mês), bem acima da cobrada no crédito pessoal, segundo dados de julho da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Para se ter uma idéia, tomando por base a taxa média da modalidade, quem tomar R$ 1 mil no cartão de crédito – e não fizer nenhum pagamento intermediário – vai dever R$ 3.379,30 ao final de um ano; ou seja, 3,3 vezes mais do que emprestou inicialmente.

Confira dicas para usar melhor o cartão de crédito:

  • Negocie a anuidade. Normalmente os bancos liberam a cobrança da primeira. Mas, negociando, você pode obter descontos - ou até isenção - nas próximas;

  • Tenha apenas um cartão de crédito. Desta forma você diminui a possibilidade de perder o controle dos gastos. Antigamente, as bandeiras eram aceitas de forma diversa pelos lojistas, e muitos só aceitavam uma. Agora, pelo menos as duas principais são aceitas na maioria dos estabelecimentos;

  • Preste atenção nos benefícios dos programas de vantagens. Muitas vezes, um cartão que dá mais pontos cobra também uma anuidade maior. Verifique quais os prêmios oferecidos, o sistema de pontuação e seus gastos;

  • Preste atenção à data de vencimento. Ela deve ser escolhida levando em conta quando você recebe o seu salário. Estabeleça uma margem de segurança para algum imprevisto;

  • Saiba quanto você pode gastar no cartão. Estabeleça um valor máximo por mês, baseado em seu salário. Acompanhe a fatura pelos meios disponibilizados pelo seu banco (telefone, e-mail, internet etc.) para não perder o controle. Não deixe para ver seus gastos apenas quando a fatura chegar;

  • Tome cuidado com as compras parceladas. O valor pode ser pequeno, mas ele vai estar na sua fatura todos os meses pela duração do financiamento. E tenha em mente que parcelamento sem juros, quando há opção com desconto para o pagamento à vista, não é exatamente sem juros;

  • Caso perca o controle dos gastos e não consiga mais pagar as faturas, pare imediatamente de usar o cartão. Se tiver alguma aplicação financeira disponível (poupança, fundo de investimento etc.), desfaça-se dela para quitar a dívida. Atualmente, não existe no mercado aplicação de renda fixa que tenha rendimento superior aos juros cobrados no cartão de crédito. Caso não disponha de reserva para quitar a dívida do cartão, procure o banco para tentar tomar um empréstimo pessoal (ou, caso possível, um com desconto em folha, que tem juros mais baixos). Com ele, pague a dívida do cartão;

Fonte: Terra

 

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Ed.146_07/10/2009


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