Ano X nº 146-

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Saiba quais investimentos
fogem do Imposto de Renda

Fundos imobiliários, letras hipotecárias, letras de crédito imobiliário, certificados de recebíveis imobiliários e até ações (para o limite de R$ 20 mil em ações vendidas por mês): esses são alguns investimentos que estão à disposição do investidor para fugir do Imposto de Renda, já que o governo fala em cobrar o tributo inclusive sobre a caderneta de poupança. Consultores financeiros dizem que esses títulos são boas alternativas à caderneta.

Quem quiser ficar isento do IR, mas não quer investir em Bolsa, pode aplicar em alguns títulos ligados ao setor imobiliário. Os fundos imobiliários, por exemplo, são lastreados em imóveis, e a rentabilidade vem dos aluguéis. Mas atenção: só estão isentos os títulos cujas cotas são negociadas na Bolsa, que tenham pelo menos 50 cotistas e nenhum dos cotistas tenha mais do que 10% do fundo.

Outro exemplo são as letras hipotecárias, que são atreladas à TR ou vinculadas a um percentual do CDI. As letras de crédito imobiliário (LCI) são emitidas pelos bancos. Normalmente, o investimento inicial neste título é alto, podendo começar em R$ 50 mil.
Os certificados de recebíveis imobiliários (CRI) são vendidos em bancos e lançados por construtoras ou incorporadoras e também não sofrem cobrança de Imposto de Renda.

Assim como qualquer outro investimento, os títulos atrelados a imóveis também têm riscos. “Eles estão livres de IR, mas um fundo está atrelado a um empreendimento. Um inquilino que atrasa o aluguel reduz o rendimento do investidor”, afirmou o planejador financeiro Fabiano Calil, em reportagem do portal UOL.

Poupança – A poupança é, sem dúvida, uma ótima opção de investimento. Primeiro porque não há burocracia envolvida no processo de abertura da conta. Ela também não exige um valor mínimo de aplicação, e já faz parte do histórico de investimento do brasileiro. O governo enviou para o Congresso Nacional um projeto de lei sobre a cobrança de IR na poupança. Se aprovada, a taxa será de 22,5% sobre a rentabilidade para valores acima de R$ 50 mil. Para os que gostam de arriscar, mas não querem pagar IR, há uma opção via Bolsa de Valores.


Fonte: UOL

 

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Ed.146_07/10/2009


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