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Edição 150 - 01/02/2010

 

Tesouro prevê dívida pública em até R$ 1,73 trilhão em 2010

A dívida pública federal deve terminar o ano de 2010 entre R$ 1,6 trilhão e R$ 1,73 trilhão – o que significaria um aumento de até 16% sobre 2009 –, de acordo com o PAF (Plano Anual de Financiamento), divulgado pelo Tesouro Nacional. Em 2009, a dívida federal encerrou o ano em R$ 1,49 trilhão, dentro da previsão feita anteriormente pelo governo, que era de R$ 1,45 trilhão a R$ 1,6 trilhão.

De acordo com o Tesouro, os principais objetivos para 2010 são aumentar o prazo médio da dívida, substituição gradual dos títulos remunerados pela Selic por títulos com rentabilidade pré-fixada ou vinculada a índices de preços e ampliação da base de investidores.

A meta do governo é que o percentual de títulos pré-fixados encerre 2010 entre 31% e 37% (em 2009, ficou em 32,2%). Já para os remunerados por índices de preços a margem é de 24% a 28% (foi de 26,7% em 2009). Os títulos remunerados pela Selic deverão fechar o ano com 30% a 34% da fatia total da dívida (teve 33,4% em 2009) e os indexados ao câmbio entre 5% e 8% (era 6,6% no ano passado).

O prazo médio da dívida, que fechou dezembro em três anos e meio, deve ficar entre 3,4 e 3,7 anos em 2010. Já o percentual de papéis que vencem em 12 meses – 23,6% no fim de 2009 – deve fechar este ano entre 24% e 28%.

O crescimento da dívida em 2009 se deve, em grande parte, à emissão de títulos no valor de R$ 100 bilhões para capitalização do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social). O governo decidiu injetar dinheiro no banco para manter as linhas de crédito abertas durante a crise econômica.

O montante de papéis com rendimento pré-fixado fechou 2009 em 32,2% (era 29,9% em 2008), acima do teto previsto no PAF de 2009 que era de 31%. Já o montante indexado a índices de preços ficou em 26,7%, contra 26,6% em 2008, dentro das margens estabelecidas pelo governo. O total remunerado pela Selic ficou em 33,4% (era 32,4%) e pela variação cambial em 6,6% (era 9,7%), esse último abaixo do piso do PAF que era de 7%.

"A melhora nas perspectivas dos agentes permitiu que o Tesouro Nacional adotasse estratégias para melhorar o perfil da dívida, com maior participação de títulos prefixados e com prazos mais longos, o que se refletiu em uma menor proporção da dívida a vencer no curto prazo", afirma o relatório divulgado pelo Tesouro.

Fonte: Folha Online

 

 

 

 

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