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Edição 151 - 05/03/2010

 

Está difícil pagar as contas? Analise seus
gastos para economizar sem sofrer

O ano começou de vez, o carnaval já passou e seus gastos continuam subindo? Se o salário permaneceu o mesmo, isso pode ser um problema. Muitas famílias não sabem por onde começar a cortar gastos. Por isso, especialistas em finanças pessoais dão a dica: para aparar as "arestas" do orçamento, é bom olhar as contas da casa, como celular, telefone fixo, TV a cabo e internet.

“Para começar, as famílias precisam ter parâmetros para saber se vêm gastando mais com essas contas e se dá para cortar. Você pode por as contas dos últimos 12 meses espalhadas em uma mesa e avaliar”, disse Conrado Navarro, consultor de finanças pessoais e autor do livro “Vamos Falar de Dinheiro?” ao site G1.

“É prudente avaliar seus gastos semestralmente”, disse Marcos Crivelaro, professor da Faculdade Módulo, em São Paulo. “O que motiva isso é não só economizar, mas também canalizar seus gastos para as coisas que são realmente importantes para a sua família.”

O primeiro passo, então, é saber quanto se gasta com cada coisa. Segundo Navarro, muitas famílias contratam combos de televisão paga mais internet em uma promoção, em que pagam um valor menor por alguns meses. O problema é que depois a conta aumenta.

Outro deslize comum é que as famílias muitas vezes contratam serviços além do que precisam, como minutos de celular que não são usados, pontos a mais da TV a cabo ou velocidade da internet muito alta. “As pessoas entram em uma rotina de pagarem aquela conta todo mês e não questionam se aquele valor pode ser reduzido”, disse Navarro.

Para reduzir a conta do celular, Crivelaro diz que em muitos casos compensa até ter dois aparelhos, para aproveitar as promoções de minutos para ligar para uma ou outra operadora. “Dá para gastar menos no total”, diz ele. Para reduzir a conta da TV a cabo, quem fica pouco em casa deve avaliar se precisa de todos os canais do pacote que assina.

Já outros tipos de contas, como água e luz, podem ser reduzidas com a conscientização da família, disse o especialista. Ele acredita que, para mudar os hábitos, a família que atingir uma determinada meta de economizar na conta de luz, por exemplo, deve “se dar” um prêmio, como um jantar fora.

Negociação – O consumidor que pretende cortar seus gastos seguindo as dicas apresentadas deve se preparar: “Dá um pouco de trabalho. São horas pendurado no telefone com os atendentes de telemarketing”, disse Crivelaro. Mas a economia vale a pena: para o especialista, uma família de classe média alta que presta atenção às suas contas e cancela serviços não usados ou negocia descontos pode economizar até um salário mínimo por mês.

Na hora de negociar ou cancelar serviços, o melhor amigo do consumidor é a informação. “O cliente deve fazer uma pesquisa própria e saber se existe um plano que atende melhor suas necessidades. Assim, ao conversar com os atendentes, ele tem mais informações para negociar”, contou Navarro.

Outra tática, conhecida de alguns clientes, é ligar e pedir o cancelamento do serviço, momento no qual algumas empresas oferecem descontos para que o cliente não vá embora. “Geralmente você consegue um desconto temporário, economia R$ 40, R$ 50. Vale a pena se você não tem para onde fugir [ou seja: se não há outra empresa que ofereça o que você precisa]", comentou Crivelaro. 

Conheça os contratos – Para Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da entidade de defesa do consumidor Pro Teste, o mais importante é o consumidor saber o que está em seu contrato. Alguns pacotes de serviços preveem a fidelização do cliente por um determinado período. “Se você não estiver fidelizado, pode mudar de plano ou pacote ou até de operadora na hora que quiser”, lembrou.

Para quem pensa em contratar um combo para economizar, ela também indica que se leia com atenção o contrato, para saber exatamente o que é oferecido, se existe prazo de fidelidade e se o preço depois do período promocional realmente compensa.

Mesmo em período de fidelização, Maria Inês lembra que o cliente pode cancelar o contrato sem pagar multa se o serviço não tiver a qualidade prometida. Por isso, é importante guardar os números de protocolo de reclamações que tenham sido feitas e até mesmo pedir à operadora as gravações das ligações. Em caso de problemas no rompimento do contrato, o consumidor deve procurar o Procon ou outra entidade de defesa do consumidor.

Fonte: G1

 

 

 

 

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