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Edição 149 - 10/01/2010

 

Saúde supera meta e inicia 2010
com recursos liberados para 259 UPAs

O Ministério da Saúde autorizou, em 2009, a construção de 259 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), ultrapassando a meta estabelecida no início do ano, que era de 250 unidades. Ao todo, neste ano, o governo federal liberou R$ 532,4 milhões para as obras e os equipamentos dos serviços, que funcionarão em todo o país. Até o fim de 2010, o Ministério deve autorizar mais 250 UPAs no país.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, diz que o cumprimento da meta faz parte do esforço da pasta em priorizar os programas que refletem diretamente no atendimento à população. Ele explica que, ao fortalecer a Estratégia Saúde da Família, ampliar o SAMU para todo o país e liberar recursos para que todos os Estados tenham Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), está focando numa estratégia para desafogar as emergências dos hospitais, que historicamente têm demandas superiores à estrutura disponível. “A integração entre esses programas, com a construção das UPAS e das UBSs (Unidades Básicas de Saúde), para as quais também acabamos de liberar recursos, ajudará a reduzir as filas dos hospitais e ampliar a qualidade da assistência à população”, afirmou o ministro ao site do Ministério da Saúde.

Neste sentido, o ministério comprou, em 2009, 1.825 ambulâncias — maior compra já realizada no país — para distribuir às cidades que ainda não possuem serviços do SAMU. A meta da pasta é universalizar o programa até o fim de 2010. As ambulâncias do SAMU trabalham de maneira integrada às UPAs, ao realizar o atendimento pré-hospitalar móvel.

Na penúltima semana do ano,  o ministro liberou R$ 225,4 milhões para a construção de 880 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) em 779 municípios do país. As UBSs são os principais locais de atuação das equipes de Saúde da Família, que trabalham em ações de prevenção e reabilitação de doenças nas comunidades. Nos últimos dois anos, o Ministério da Saúde incluiu 10 milhões de pessoas no atendimento do Saúde da Família, cuja cobertura chega, hoje, a 96 milhões de pessoas.

Redução das filas - Atualmente, o estado do Rio de Janeiro possui 23 UPAs. O atendimento tem sido de alta resolutividade nas UPAs do RJ. Desde maio de 2007, quando foi inaugurada a primeira unidade da rede (a da Maré), até 22 de dezembro de 2009, 3.699.290 de pacientes foram atendidos nas 22 unidades em funcionamento. Entre eles, apenas 21.632 (0,58%) precisaram ser removidos para hospitais. Isso significa que 99,42% dos casos foram resolvidos nas próprias UPAs.

Criado em 2002, o projeto das UPAs 24h integra a Política Nacional de Atenção às Urgências e baseou-se em experiências de sucesso em cidades como Campinas (SP), Curitiba (PR) e Belo Horizonte (MG). As UPAs estão integradas a rede SAMU, à rede básica e ao Programa Saúde da Família. Nas unidades, assim que os pacientes chegam, os médicos prestam socorro, controlam o problema e detalham o diagnóstico. Eles analisam se é necessário encaminhar o paciente a um hospital ou mantê-lo em observação por até 24 horas. Após o início do funcionamento das novas unidades, o governo federal destinará R$ 45,9 milhões por mês para sua manutenção.

Fonte: Ministério da Saúde

 

 

 

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